Desde que o time do Fluminense começou a virar o jogo de sua difícil situação no Campeonato Brasileiro e a, simultaneamente, evoluir na Sulamericana, eu comecei a repensar os momentos difíceis da minha vida, os mais introspectivos, quando nada nem ninguém tinha sido capaz de me animar... Ou seja, o meu momento pessoal "prestes a ser rebaixada".
As pessoas mais próximas, sempre tentando me colocar pra cima, sem perceber, e de forma obviamente involuntária, acabavam por me deixar mais sozinha, mais triste.
Sempre me guiei sozinha em minhas escolhas de vida, meus caminhos, segundo a minha própria impressão dos fatos e das pessoas que me cercavam. Quando este "guia interior", digamos assim, tirou férias, foi muito difícil encontrar ECO para meus anseios e angústias junto aos familiares e amigos. Normal, eles nunca haviam feito isto antes...
O Fluminense, sem perceber, por analogia, me chamou à reflexão de como é possível reverter qualquer situação, por mais IMPOSSÍVEL que possa parecer, e por mais que TUDO e TODOS torçam contra, cada qual de acordo com suas próprias conveniências, num egoísmo implacável.
Ao longo do caminho tortuoso da dor solitária, algumas decepções são inevitáveis e dilaceram ainda mais o coração já partido. Às vezes, a dor é tamanha, que parece que o coração vai pular pela boca, totalmente partido, em pedaços. A dor chega a ser física mesmo!
No entanto, após a tempestade, sempre vem a bonança... E ressurgir das cinzas, tipo Fênix, pode ser muito prazeroso e recompensador. No frigir dos ovos, a coragem moral recompensa e muito...
Sejam fortes, perseverantes e corajosos e tenham muita fé!!! Deus se encarrega do resto. :-)
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